terça-feira, 26 de agosto de 2014

Anatomia

Olá,aqui é o Obscuro.Me perdoem,por não ter postado esses dias,mas é que tinha provas e trabalhos,essas porras!
Mas agora voltarei a postar.Espero que gostem desse conto,e que tenham uma boa leitura.

Dr. Frank era professor de universidade, homem da ciência e céptico a qualquer assunto relacionado à religião. “Se não esta provado pela ciência não existe”, dizia ele quando se via no meio de uma conversa sobre o tema.

Certo dia, saindo do seu carro quando chegou à universidade para sua aula noturna escutou uma voz:

“Dr. Frank?” – disse uma moça de uns 17 anos aproximando dele.
“Pois não?” – perguntou curioso para saber quem era aquela moça, definitivamente nenhuma de suas alunas, ele conhecia a todos por nome.

“Sou a filha da Marisa, sua colega de Yoga” – respondeu a moça com um belo sorriso. “Desculpa te incomodar, mas eu estou a ponto de prestar vestibular, sonho em ser médica mas não sei se tenho estômago, queria assistir uma de suas aulas de anatomia se possível.”

“Humm, esta bem, apesar de que não deveria permitir, estou somente prestando um favor a sua mãe.” – respondeu Dr. Frank já andando em direção ao prédio.

Caminharam por uns 5 minutos até chegarem à sala onde Dr. Frank iria dar sua aula.

“Olha, não atrapalhe minha aula, não faça perguntas e não fale nada. Senta nessa cadeira e assista. Quando formos analisar corpos você pode chegar perto. Não quero me meter em encrenca por trazer você aqui.” – disse ele com ar sério.

O tempo foi passando, chegaram os alunos e a aula começou. Dr. Frank olhava a moça uma vez ou outra que parecia muito interessada na aula. Algum tempo depois pediu a dois alunos que tirassem dois corpos do freezer para que ele os demonstrasse um procedimento.

“Professor, tem dois corpos recém chegados aqui. São indigentes, encontrados pela policia alguns dias atrás, foram mortos a tiros, esta aqui o relatório. Ainda não foram usados para estudo.” – Disse o rapaz estendendo uma prancheta com a informação dos cadáveres.

Olhando o relatório o professor balançou a cabeça dizendo que sim.

Os dois alunos retiraram os corpos dos plásticos e os colocaram em cima de uma mesa. A moça se levantou e curiosa foi até os corpos.

“Dr. Frank, cuida de mim, por favor.” – disse ela tremendo, com olhar estranho e se aproximando do professor, que imediatamente foi falar com ela.

Ela se virou e saiu correndo da sala e ele atrás dela, quando alcançou o corredor não a viu mais. Se aproximou do vigia.

“O senhor viu para onde foi a moça que saiu da minha sala?” – perguntou Dr. Frank.

“Ninguém passou por aqui não senhor.” – respondeu o vigia intrigado.

“A moça que entrou comigo mais cedo para aula de anatomia”. – explicou ele.

“Me desculpa Dr. eu não vi ninguém entrar com o senhor”. – contestou o homem mais intrigado ainda.

Dr. Frank virou-se em direção à sala agarrando o celular do bolso. Selecionou o celular de Marisa, segundos depois alguém atendeu.

“Oi Marisa, é o Frank da aula de Yoga. Escuta, sua filha esteve aqui e pediu para assistir uma das minhas aulas de anatomia. Acho que ela não agüentou ver os cadáveres e foi embora chorando.” – contou ele a mãe da moça.

“Estranho, ela foi acampar com o namorado e deveria estar de volta somente amanhã”. – respondeu Marisa com ar preocupado.

“Bom, pode ter sido outra Marisa então, eu conectei com você primeiro, mas deixa pra lá, eu tenho que ir,  meus alunos me esperam.” – disse e já desligando o telefone. “Acampamento... sei, esses adolescentes”.

Ele voltou a sala onde os alunos já haviam começado a estudar os corpos, se aproximou da mesa para tomar a liderança da aula novamente. Sua feição mudou completamente, o terror tomou conta de seu corpo.

“Para” – gritou Frank tirando a mão do rapaz que estava dentro do abdômen do cadáver. “Ela não é indigente, eu a conheço.” – disse ele aterrorizado.

Ali deitada na mesa de estudo com o tronco do seu corpo aberto, estava a filha de Marisa. Dr. Frank tremia da cabeça aos pés. Não sabia o que pensar, estava confuso e com medo pois aquilo era novidade para ele. Ele deu um passo em direção a porta, ali estava ela novamente. A brisa da noite tocou sua nuca e ele arrepiou.

“Me devolve pra minha mãe.” – disse a ela com voz tremula.

Um segundo depois já não estava mais lá. Dr. Frank dispensou seus alunos, sentou-se onde supostamente estava a garota e ali ficou por horas pensando tudo, tudo o que ele não acreditava teria que reconsiderar.

Divulgue a minha palavra.Divulgue a "Verdade Oculta".

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O ovo

Olá,aqui é o Obscuro.Estou trazendo este mindfuck,para vcs refletirem,espero que gostem,e que tenham uma boa leitura.

Foi um acidente de carro. Nada digno de nota nos jornais, mas ainda assim foi fatal. Você partiu deixando sua esposa e dois filhos. Foi uma morte dolorosa. Os paramédicos tentaram de tudo para te salvar, mas de nada adiantou. Seu corpo estava totalmente destroçado, foi melhor pra você. Acredite em mim.
É nesse momento que você me encontra.
"O... O que aconteceu?" Você perguntou."Onde eu estou?"

"Você morreu", eu disse calmamente. Sem palavras doces ou coisa do tipo.

"Havia um... um caminhão, e ele tinha perdido o controle..."

"Sim", eu disse.

"Eu... Eu morri?"

"Sim. Mas não se sinta mal por isso. Todo mundo morre um dia", eu respondi.

Você olhou em volta. Não havia absolutamente nada, a não ser nós dois. "Que lugar é esse?", você perguntou. "Essa é a vida após a morte?"

"Mais ou menos", eu respondi.

"Você é Deus?"

"Sim", respondi. "Eu sou Deus".

"Meus filhos... Minha esposa", você disse.

"O que tem eles?"


"Eles ficarão bem?"

"Isso é algo que eu gosto de ver", eu disse. "Você acabou de morrer, e sua única preocupação é com sua família. Há muita coisa boa por aqui".

Você olhou pra mim, fascinado. Para você, eu não parecia Deus. Eu parecia apenas um homem qualquer. Uma vaga figura de autoridade. Parecia mais com um professor de gramática de que com o onipotente.

"Não se preocupe", eu disse, "eles ficarão bem. Seus filhos lembrarão de você como um pai perfeito em todos os aspectos. Eles não tiveram tempo de desenvolver algum desprezo ou raiva por você. Sua esposa chorará, mas no fundo de seu coração ela se sentirá aliviada. Pra ser honesto, seu casamento estava começando a se acabar. Se serve de consolo, ela se sentirá extremamente culpada por sentir esse alívio por sua morte".

"Ah", você disse. "Então, o que acontecerá agora? Irei para o paraíso, inferno ou algo do tipo?"

"Nada disso", eu disse. "Você reencarnará".

"Ah", você disse. "Então os hindus estavam certos".

"Todas as religiões estão certas, cada uma de seu jeito", eu disse. "Venha comigo".

Você me seguiu enquanto adentrávamos o vazio. "Aonde estamos indo?" "A lugar nenhum", eu respondi. "Eu só acho mais interessante caminhar enquanto nós conversamos".

"Mas, me diga, por que tudo isso?", você perguntou. "Quando eu reencarnar, irei começar tudo de novo, não é? Um bebê. Então tudo que aprendi nessa vida não vai mais valer de nada"

"Negativo!", eu disse. "Você tem todas as experiências e todo o conhecimento de suas vidas passadas. Você simplesmente não se lembra de tudo agora".

Parei de andar e toquei seus ombros. "Sua alma é mais magnífica, bela e grandiosa do que você poderia sequer imaginar. A mente humana comporta apenas uma pequena fração daquilo que você é. É como colocar um dedo num copo de água para ver se está quente ou frio. Você coloca apenas uma pequena parte de você ali dentro, e quando tira novamente, você obteve todas as experiências que estavam contidas ali".

"Você foi um humano pelos últimos 34 anos, então você ainda não expandiu sua mente ainda e ainda não pôde sentir o resto de sua imensa consciência. Se nós ficássemos aqui por mais tempo, você se lembraria de tudo. Mas não há razão para fazermos isso entre cada uma de suas encarnações".

"Quantas vezes eu já fui reencarnado, então?"

"Ah, várias vezes. Várias e várias vezes. E em diferentes tipos de vida", eu disse. "Dessa vez, você será uma camponesa na China de 540 A.C."

"Espera aí, como assim?", você estranhou. "Você vai me mandar de volta no tempo?"

"Bem, tecnicamente, sim. O tempo da forma que você conhece só existe lá no seu universo. As coisas são diferentes de onde eu venho".

"E de onde você vem?", você perguntou.

"Ah, sim!", eu expliquei. "Eu venho de algum outro lugar. E lá existem outros de mim mesmo. Eu sei que você gostaria de saber como é a vida por lá, mas você não entenderia.

"Oh..." você disse, um pouco decepcionado. "Mas espera. Se eu reencarnei em vários lugares e em diversos momentos, isso quer dizer que eu posso ter interagindo comigo mesmo?"

"Sim. Acontece todo o tempo. E como todas as vidas só tem conhecimento do tempo de sua própria existência, você nem mesmo percebe quando isso acontece".

"Então por que tudo isso? Qual a razão de tudo?"

"Sério?", eu perguntei "Sério? Você está me perguntando pelo sentido da vida? Não acha que isso é um tanto clichê?"

"Bem, é uma pergunta válida", você insistiu.

Olhei nos seus olhos. "O sentido da vida, o motivo que me levou a criar todo esse universo, é o seu amadurecimento".

"Quer dizer, de toda a raça humana? Você quer que amadureçamos?"

"Não. Só você. Fiz todo esse universo apenas para você. Em cada encarnação, você cresce e amadurece, e se expande seu intelecto".

"Só eu? Mas e todos os outros?"

"Não há mais ninguém", eu disse. "Nesse universo, existem apenas eu e você".

Você me encarou, espantado. "Mas... Todas as pessoas da Terra..."

"Todas são você. Diferentes encarnações suas."

"Espere aí. Eu sou todo mundo?!"

"Agora você está entendendo", eu disse, dando um tapinha nas suas costas.

"Eu sou cada ser humano que já viveu?

"Sim, e também cada humano que um dia viverá".

"Eu sou Abraham Lincoln?"

"E John Wilkes Booth, também".

"Eu sou Hitler?"

"E os milhões que ele matou".

"Eu sou Jesus?"

"E todos que o seguiram".

Você não conseguiu mais falar.

"Todas as vezes que você fez mal a alguma pessoa", eu disse, "você estava fazendo mal a você mesmo. Todas as boas ações que você fez, foram feitas para você mesmo. Todos os momentos alegres, e também os tristes, que foram experimentados por qualquer humano, foi, ou será, experimentado por você".

"Por que? Por que eu tenho que passar por tudo isso?"

"Porque um dia, você será como eu. Porque é isso que você é. Nós somos da mesma espécie. Você é meu filho."

"Nossa", você disse, incrédulo. "Quer dizer que eu sou um deus?"

"Não. Ainda não. Você é um feto. Ainda está se desenvolvendo. Assim que você viver todas as vidas humanas, após todo o tempo existente, você terá se desenvolvido o suficiente para nascer".

"Então todo o universo", você disse "é apenas..."

"Um grande ovo", respondi. "Agora é hora de você viver sua próxima vida".

E depois disso, enviei você para seu novo caminho.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Aonde as crianças malvadas vão





Olá,aqui é o Obscuro.Me desculpem por não ter postado,pois eu estava fazendo prova,estou trazendo para vcs esta creepy bem interessante.Espero que gostem,e que tenham uma boa leitura.

Eu devia ter seis ou sete anos, quando eu morava no Líbano. O país estava devastado pela guerra na época, e os assassinatos eram comuns. Lembro-me durante uma época particularmente cruel, quando os bombardeios raramente pararam, e eu iria ficar em casa sentado em frente a minha televisão assistindo a um programa muito, muito estranho.

Foi um show infantil que durou cerca de 30 minutos e continha imagens estranhas e sinistras. Até hoje eu acredito que era um modo usado pelos meios de comunicação para intimidar as crianças e as manter no lugar, porque a moral de cada episódio girava em torno de ideologias muito estranhas, coisas como "crianças malvadas ficam acordadas até tarde" "maus garotos tem mãos debaixo das cobertas quando eles dormem", e "crianças más roubam comida da geladeira durante a noite."

Tudo era estranho, e a maioria das palavras era em árabe. Eu não entendia muito disso, mas na maioria das vezes as imagens eram muito gráficas e abrangentes. A única coisa que ficou comigo o mais, no entanto, era a cena final de cada transmissão. Era sempre a mesma coisa em cada programa.

A câmera aumentava o zoom em uma porta enferrujada. Enquanto a imagem ficava mais perto da porta, estranhos e às vezes até mesmo gritos agonizantes se tornavam mais audíveis. Em seguida, um texto aparecem na tela em árabe: "É para onde as crianças malvadas vão". Depois, o som abaixava e a tela ficava azul, e isso era o fim do programa.

Cerca de 15 ou 16 anos mais tarde, eu virei fotógrafo jornalístico. Esse programa ficou em minha mente por toda a minha vida, preso em meus pensamentos. Eu tinha material suficiente, e decidi fazer uma pesquisa.

Depois de um tempo, eu descobri a localização do estúdio onde grande parte da programação tinha sido gravado. Após muita investigação, eu descobri que o local havia sido abandonada após a guerra.

Entrei no prédio com a minha câmera. Estava tudo queimado por dentro. Depois de algumas horas no antigo estúdio e tirando fotos, eu encontrei um quarto isolado. Consegui abrir uma porta velha, muito enferrujada, eu olhei para a porta assustado.

Vestígios de sangue, fezes e fragmentos de ossos minúsculos estavam espalhados pelo chão. Era um pequeno quarto, extremamente mórbido, mas o que realmente me assustou, o que me fez virar as costas e nunca mais querer voltar para aquele lugar, foi o microfone que encontrei pendurado no meio daquela sala.

Fonte: Creepys Terror

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Os maníacos de Dnepropetrovsk

Post não recomendado para menos de 18 anos e nem pessoas desequilibradas,sensíveis(pois contém snuff).

Olá aqui é o Obscuro,estou trazendo para vocês o segundo capitulo sobre serial killer,conheçam a história dos
"Maníacos de Dnepropetrovsk"

Maníacos de Dnepropetrovsk é a denominação que a mídia deu aosassassinos responsáveis por uma série de assassinatos em Dnepropetrovsk, na Ucrânia nos meses de junho e julho de 2007. O caso ganhou notoriedade devido às gravações de alguns assassinatos, que acabaram caindo na rede. Dois jovens de 19 anos, Viktor Sayenko e Igor Suprunyuck foram acusados por cometerem 21 assassinatos e Alexander Hanzha, um terceiro cúmplice, foi acusado de dois assaltos a mão armada que ocorreram antes dos assassinatos. Em 11 de fevereiro de 2009, os três foram declarados culpados. Suprunyuck e Sayenko estão em prisão perpétua e Hanzha recebeu 9 anos de prisão. Os advogados de Suprunyuck e Sayenko declararam que recorrerão às acusações.

Assassinatos

Os dois primeiros assassinatos ocorreram na noite do dia 25 de junho de 2007. A primeira vítima foi Ekaterina Ilchenk, uma mulher de 33 anos que voltava para casa depois de tomar um chá com o namorado. Segundo confissão de Sayenko, ele e Sprunyuck haviam "saído para passear". Suprunyuck tinha um martelo. Foi ele quem deu golpes na cabeça de Ilchenk. O corpo dela foi encontrado pela mãe às 5 da manhã.

Três horas depois do primeiro assassinato, os garotos atacaram uma segunda vítima, Roman Tatarevich. Ele dormia em um banco perto do local onde havia sido feita a primeira vítima. A cabeça dele foi brutal e repetidamente golpeada com objetos tão pesados que seu rosto ficou irreconhecível.

Em 1º de julho, mais duas vítimas, Evgeniya Grischenko e Nikolai Serchuk foram encontrados mortas na cidade vizinha de Novomoskovsk.

Na noite de 6 de julho, mais três pessoas foram assassinadas em Dnepropetrovsk. A primeira foi o militar Egor Nechvoloda, que havia se alistado há pouco tempo. Ele foi espancado até a morte enquanto voltava para casa depois de ter ido a uma boate. Sua mãe encontrou o corpo pela manhã, próximo ao edifício de apartamentos na Rua Bohdan Khmelnystsky.

Elena Shram, uma guarda noturna de 28 anos, também havia sido morta perto de uma esquina na Rua Kosiora. Segundo a confissão de Sayenko, Shram caminhava até eles, quando Suprunyuck lhe bateu várias vezes com o martelo que estava escondido debaixo da sua camiseta, até que ela caiu no chão. Ela levava uma bolsa com roupas, que ele pegou e abriu, pegando algumas das roupas para limpar o martelo. Na mesma noite, mataram uma mulher chamada Valentina Hanzha (que não tinha parentesco com o terceiro cúmplice, Alexanbder Hanzha).

No dia seguinte, 7 de julho, dois garotos de 14 anos que eram vizinhos, foram atacados à luz do dia enquanto pescavam. Um do dois, Andrei Sidyuck, foi assassinado, mas o outro, Vadim Lyakhov, conseguiu escapar.

No dia 12 de julho, um homem de 48 anos chamado Sergei Yatzenko, desapareceu depois de sair com sua bicicleta. O corpo foi encontrado quatro dias depois, com sinais claros de ataque selvagem. O assassinato de Sergei foi gravada pelos próprios assassinos, e o vídeo vazou na internet, se tornando um famoso viral chamado 3 Guys and 1 Hammer.Sergei era casado e tinha dois filhos e um neto. Ele também tinha uma mãe com deficiência a quem ele cuidava.

Outros treze assassinatos se seguiram a esses, com a maioria dos corpos encontrados no mesmo dia. Pelo que parece, todas as vítimas foram escolhidas por acaso, ainda que fossem sempre frágeis ou estivessem debilitadas, como mulheres, crianças,idosos,mendigos ou pessoas embriagadas.

A maioria das vítimas foram assassinadas com objetos pesados como martelos e barras de aço. Batiam na cara, deixando as faces das vítimas totalmente desfiguradas e irreconhecíveis. Muitas vítimas foram torturadas e mutiladas. Não houve abuso sexual em nenhum caso. Em alguns deles, as vítimas tiveram os celulares roubados entre outros pertences para serem vendidos.

Os assassinatos se estenderam a um grande raio que ia além da cidade de Dnepropetrovsk. Alguns foram feitos em áreas dentro do distrito onde se localizava a cidade.

Investigação

Não relacionaram os assassinatos realizados até 7 de julho com o ataque aos garotos em Podgorodnoye. Vadim Lyakhov, o sobrevivente, foi inicialmente preso, suspeito de assassinar o amigo. Não permitiram a ele pedir um advogado e foi espancado pela polícia durante o interrogatório. De qualquer forma, averiguaram rapidamente que ele não era o culpado pela morte de Andrei Sidyuck, e que esse assassinato estava relacionado ao recente massacre. Lyakhov ajudou a polícia fazendo o retrato falado dos culpados.

Vários dias depois, no dia 14 de julho, uma mulher de 45 anos chamada Natalia Mamarchuck estava conduzindo seu scooter no povoado vizinho de Diyovka. Quando passava por uma área arborizada, dois homens correram até ela e a derrubaram. Então tiraram uma arma pesada, possivelmente um martelo ou um cano, e golpearam-na até a morte. Quando ela parou de se mexer, no chão, os homens subiram na scooter e fugiram. O ataque foi visto de uma certa distância por várias pessoas do lugar. Tentaram persegui-los, mas logo perderam as pistas. Duas crianças também viram o ataque de perto, escondidos a alguns metros de onde Mamarchuck foi assassinada. Eles deram uma detalhada descrição dos assassinos que coincidia com o que Lyakhov havia falado anteriormente. Um grupo de investigação foi rapidamente criado em Kiev, liderado pelo investigador criminal Vasily Paskalov. Cerca de 2 mil investigadores trabalharam no caso.

A princípio a investigação foi feita em segredo. Sem informações oficiais acerca dos assassinatos e as pessoas não foram avisadas sobre possíveis ataques tampouco foram descritos os suspeitos. Ainda assim, rumores do assassinato mantiveram as pessoas em suas casas por várias noites. Os investigadores distribuíram alguns retratos dos suspeitos e listas de propriedades roubadas para as casas de empenho locais. As propriedades roubadas começaram a aparecer nas casas de empenhoda cidade do distrito de Leninskiy. A combinação dos retratos e as propriedades roubadas encontradas guiaram as autoridades até os suspeitos.

Motivação

A acusação não estabeleceu um motivo específico por trás dos assassinatos. A imprensa local informou que os assassinos tinham um plano para ficarem ricos a partir dos vídeos de assassinatos que eles gravavam - conhecidos como Snuff Films. Uma das namoradas dos suspeitos informou que eles estavam planejando fazer vídeos de quarenta assassinatos. Esse fato foi confirmado por um antigo colega dos suspeitos, pois muitas vezes, ele ouviu o Suprunyuck entrar em contato com um desconhecido "operador de um site rico estrangeiro" que ordenou quarenta vídeos de mortes e pagaria uma grande quantidade de dinheiro caso fossem feitas. Mas algumas autoridades do caso acreditam que eles estavam fazendo isso como um hobby, para ter uma coleção de memórias quando ficassem velhos e que para esses jovens, o assassinato era como entretenimento ou caça.


Aqui está o 3 guys and 1 hammer,um dos snuffs deles,assista por sua conta e risco,e não venham me responsabilizar por traumas,e nem me criticar.


Fonte: Show do Medo

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Creepypasta-eyes damn

                

Olá,aqui é o Obscuro,estou trazendo a vocês esta creepy muito interessante.Espero que gostem,e que tenham uma ótima leitura.

Você já deve ter ouvido falar nas pessoas sombra, não é? Também conhecidos como: fantasmas da sombra, figuras da sombra, seres da sombra, homens da sombra, ou povos da sombra , que seriam criaturas sobrenaturais na sua maioria com forma humanoide, que segundo relatos, são vistos em sua maior parte pela visão periférica durante o sono. Os mais comuns entre eles são conhecidos como Hooded Figure (Figura Encapuzada), e o Hat Man (Homem de Chapéu).
Mas, bom, a nova lenda entre esses seres, é o Eyes Damns, que seria uma criatura humanoide que observa sua vitima enquanto ela dorme. Depois de um relato de um garoto, quase uma confissão, a historia ficou conhecida na internet, ou estava... já que a maioria dos relatos foi deletada misteriosamente, mas, bom, o relato sobre a experiência com o ser encontrado está aqui.
Olá, meu nome é Robert, e hoje aos meus 17 anos criei coragem para contar isso, esse acontecimento bem aterrorizante da minha vida. Eu tinha 8 anos quando aconteceu, era uma noite normal como todas as outras, mais precisamente numa madrugada de 23 de fevereiro de 2004. Eu estava no meu PC jogando um game RPG e me distraí, quando vi o relógio já estava marcando 3 horas da manhã, eu deitei na minha cama e apaguei a luz para tentar dormir, quando escutei um barulho estranho no armário do meu quarto, um barulho semelhante à de um ruido, levantei para ver o que era (lógico que tremendo de medo), quando abri e olhei, para minha surpresa não era nada já que com certeza estava esperando por algo, mesmo sabendo que não era nada, aquele barulho roubou meu sono pelo resto da noite. No dia seguinte eu estava exausto na escola, e voltando para casa tive uma leve sensação de estar sendo observado, e aquilo não sei porque, me deixou com muito medo e a pior parte é que sabia que ao chegar em casa ficaria sozinho já que minha mãe trabalhava, até as 7:00 da noite, e eu era órfão de pai. Eu cheguei e subi diréto para meu quarto para jogar meu jogo, eu sentei e comecei a jogar quando do nada ouvi um barulho, eu logo lembrei da noite passada, do barulho no armário, mas desta vez o barulho era lá em baixo, então desci com a esperança que fosse minha mãe chegando mais cedo, mas aquela casa era tão grande e bagunçada que aparentemente não tinha ninguém a não ser eu (eu acho). Quando chegou à noite depois de algumas horas no PC minha mãe chega do trabalho cansada dizendo que estava de "hora extra", e que eu devia ir dormir, deitei e um silêncio imenso novamente no quarto, mas com aquela sensação da vinda da escola... a de que alguém estava me observando, só que desta vez não era na rua, e sim dentro do meu quarto, perturbado pela sensação levantei e olhei por todo o quarto, para me certificar que não havia nada lá, apenas na minha imaginação, olhei tudo e fui em direção à janela, para olhar lá fora, quando olhei, eu vi o que iria destruir minha vida para sempre. Para meu desespero havia algo lá! Havia algo lá! Era semelhante à um homem, algo negro, (não um negro normal era realmente preto!) sombrio e com certeza muito perturbador! Aquela coisa olhando diréto para mim com aquele olhar morto, aqueles olhos vermelhos, meu Deus! Aquilo não podia ser real, e parecia que só eu podia ver aquela coisa. Eu imediatamente perturbado, fechei a cortina, e corri afobadamente para cama, encolhido com medo e me perguntando se aquilo que eu tinha visto era mesmo real ou não. Obviamente não consegui dormir pelo extremo medo do que aquela coisa pudesse me fazer.
No dia seguinte já na minha segunda noite em claro a paranoia em min era bem visível, olhava freneticamente para os lados inquieto, com medo do que meus olhos podiam encontrar no caminho. Meio dia no relógio e eu parti para a escola, no caminho eu tinha a leve impressão de ver vultos, e a certeza de que estava ficando louco. A aula passou rápido e logo era hora de voltar para casa, a casa em que eu realmente não queria voltar. Chegando em casa, eu entrei e fui diréto para as escadas, para me trancar no meu quarto, e na minha cabeça ficar "seguro". Quando botei o pé na escada, neste exato momento o telefone tocou, desci correndo para atender pensando que era minha mãe mas quando atendi era apenas um barulho de estática, um chiado como a de uma TV que não funciona, pensando que era um trote de um engraçadinho retornei a ligação mas o número não existia. Nesse momento eu tremi de medo, e corri para cima, eu só tinha um pensamento na cabeça: aquilo estava brincando com minha sanidade mental. Tinha medo de contar para minha mãe pois tinha 100% de chance dela não acreditar já que era muita coisa para uma criança de 8 anos aguentar. Minha mãe chegou e eu estava no quarto exausto das duas noites sem dormir mas com medo de dormir e não acordar mais... finalmente dormi, dormi não! Desmaiei de sono! Mas com um pesadelo terrível de ele me observando acordei no meio da noite, com a luz apagada o que foi estranho já que não me lembrava de ter desligado pelo medo, eu tive a sensação de que não devia acender. Foi ai que eu cometi o maior erro da minha vida, eu acendi a luz, quando acendi, para meu desespero, ele, ele! A coisa, olhando no canto da parede direto para mim, sem se mexer, sem expressar reação alguma, eu fiquei simplesmente paralisado com ele olhando pra mim, tentei gritar, mas a voz não saía, tentei me mexer, mas não conseguia, e simplesmente num piscar de olhos, com ele apenas me olhando, foi algo inexplicável, minha perna simplesmente quebrou, com uma fratura exposta, eu pude ver meu osso da perna pra fora, a dor foi simplesmente inexplicável, e num lance de segundos ele simplesmente sumiu, e eu pude finalmente gritar e gemer de dor. Minha mãe logo entrou no quarto, e ao me ver naquele estado correu chamar uma ambulância, eu cheguei no hospital dizendo o que tinha acontecido mas ninguém acreditava em mim, logo me sedaram e me silenciaram.

Hoje aos meus 17 anos de idade, depois de muitas consultas ao meu psicólogo e remédios eu posso contar o horror que aconteceu comigo em minha infância, eu sei que muitos podem não acreditar em mim, eu não fiz para isso, eu não sei o que ele é, mais ainda sinto muito medo que ele volte, eu vivo perturbado e com medo, eu não desejo que ninguém viva o que eu vivi. Então eu digo apenas uma coisa, se você acordar a noite, e sentir que a algo errado...
Não acenda a luz.

Leia também: A origem de eyes damn
Fonte: Creepys Terror

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A origem de eyes damn


                  

Olá,aqui é o Obscuro,estou trazendo para vocês esta creepy bastante interessante.Espero que gostem,e que tenham uma ótima leitura.

Alguns o chamam de Eyes Damn (olhos malditos), outros o chamam de só, O Sombra, mais ninguém sabe ao certo seu verdadeiro nome, simplesmente é assim que o chamam, olhos malditos, porque quando ele aparece na vida da vitima, a vida dela acaba.

O Eyes Damn é uma criatura maldita que aparece do nada e sem motivo algum aparente na vida das vitimas, geralmente crianças e adolescentes, assim como ele aparece, ele simplesmente some deixando um grande rastro de caos, dor e sofrimento para a família da vitima.


A aparência do monstro é um pouco perturbadora, é a aparência de um homem, de mais ou menos 1,80, totalmente negro, isto é preto literalmente, como uma sombra, careca, ele não usa roupas, seu corpo não tem traços nem músculos nem detalhe algum, ele não tem orelhas, nem boca, mas seus grandes olhos vermelhos, são sua marca registrada, e é o que literalmente segunda as vitimas as quebra.


Ele observa a vitima no escuro, esperando que a vitima acenda a luz e olhe para ele, e quanto isto finalmente acontece a vitima tem uma morte lenta e dolorosa, não se pode dizer silenciosa já que se pode ouvir os ossos da vitima quebrando-se sem ela poder gritar nem se mexer.


No começo achava-se que não fosse real, que fosse apenas mais uma lenda da internet, mais com o tempo isso se confirmou real, nem todas as vitimas foram mortas, algumas conseguiram escapar e deram seus relatos sobre a "experiência" com a criatura, algumas vitimas relatam que quando sofreram o ataque, foi como uma paralisia do sono, algo muito semelhante, a sensação de se "entortar" sem poder se mexer, foi algo indescritível.


Então se você ver algum vulto em sua visão telesferica, ou tiver alguma experiência de paralisia noturna, cuidado, Eyes Damn pode estar a sua espreita.

Leia também: Creepypasta eyes damn
Fonte: Creepys Terror

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domingo, 20 de julho de 2014

Ted Bundy


Olá,trago a história desse serial killer,uma história bem interesante.

Nascido em Burlington em 24 de novembro de 1946 incialmente batizado como Theodore Robert Cowell, nasceu em um abrigo para mães solteiras, devido ao grande preconceito da época, Ted cresceu acreditando que seus avós eram seus pais e sua mãe era sua irmã, porém o garoto sempre desconfiou que algo esatava errado. Seu avô que ele conhecia como pai, era um homem rico e viciado em pornografia, violento, jogava as filhas da escada caso elas simplesmente acordassem tarde. Crescendo em meio a um clima violento em sua casa, Ted estava se adaptando a ser da mesma maneira. Certa vez enquanto sua tia dormia, ele a cercou com as facas que haviam na cozinha, preocupada com o menino, sua mãe fictícia abandonou o marido e levou Ted com ela para morar em outro estado na casa de um tio. Recomeçando sua vida, ela se casou com John Bundy, um cozinheiro, enfim o garoto passou a ter o mesmo sobrenome e virou Ted Bundy, mas ele nunca aceitaria bem o padrasto pelo fato de ser uma pessoa simples e sem muitos bens.

Decidido a continuar sua vida mimada como antigamente, Ted se aproximou de um outro tio, professor de música, um homem educado e inteligente, uma inspiração para Ted. Sua mãe teve mais filhos, porém Ted Bundy nunca os considerou da família, sentia-se deslocado em casa e na escola, onde sempre foi muito tímido e tinha grandes dificuldades nas relações sociais. Conforme crescia, o garoto acostumou-se as espiar mulheres pelas janelas, ficava olhando-as escondido enquanto se trocavam, chegou a cometer alguns pequenos furtos na região onde morava também, começava a se sentir acima da lei, começou a desenvolver uma personalidade egoísta e narcisista.

Existe uma história obscura de que aos 15 anos Ted Bundy teria matado uma menina de 8 anos, ela desapareceu de casa e nunca mais foi vista, ela frequentava aulas de piano com o tio de Ted, mas esse fato nunca se confirmou. Anos se passaram e Ted entrou para a universidade, continuava a sentir-se distinto e especial, um ser humano acima dos demais, nessa época estudou chinês e de menino tímido e retraído passou a um rapaz popular e seguro, foi quando conheceu Stephanie Brooks, uma menina bonita de cabelos longos e partidos ao meio por quem Ted logo se apaixonou.

Como estava em sua primeira relação, Stephanie logo precebeu em Ted uma certa imaturidade e decidiu terminar o relacionamento. Triste Ted abandonou a universidade e foi para Burlington cidade que nasceu para visitar os parentes, época em que resolveu ir ao cartório de registros de nascimento e descobriu que quem se dizia sua mãe na verdade era sua avó e sua irmã mais velha na verdade era sua mãe. Ted sentiu-se traído por todas as mulheres que amou. O espírito de vingança pelas mulheres pode ter começado neste momento.

Ted se envolveu com uma outra mulher, mas ainda tinha um contato secreto com Stephanie na esperança de reconquistá-la e então abandoná-la, como ela havia feito com ele. Trabalhou na política da cidade e também atuava na ajuda por telefone à pessoas depressivas e suicidas. Algum tempo depois Ted conseguiu reconquistar Stephanie, a pediu em casamento, porém quando ela aceitou ele a desprezou como planejado.

Em 1974 algumas garotas começaram a desaparecer, principalmente garotas que frequentavam faculdade com idade entre 19 e 20 anos, sempre mulheres bonitas e com cabelos longos partidos ao meio, bem parecidas com Stephanie Brooks a musa de Ted Bundy, ele havia iniciado sua série de assassinatos, sua vingança contra as mulheres.

Na época nao se relacionava o nome de Ted aos desaparecimentos, ele era um homem inteligente, se dava bem com as pessoas, nem sua namorada suspeitava de nada, fora ainda que as garotas eram de regiões distintas, não se achava rastros das garotas nem do assassino.

Ted usava a própria bondade das meninas para atraí-las, fingia-se de manco e com muletas solicitava ajuda das garotas. Foi assim com Gerogean Hawkins. Ted deixou cair alguns livros perto do carro, pediu para que a Gerogean os pegasse, quando a garota abaixou ele a golpeou com uma barra de ferro, amarrou seus braços e pernas e alevou para um bosque, lá ele a estuprou, o que o excitava era o medo e o choro de sua vítima, era ela saber claramente que após aquele sofrimento ela iria morrer. Segundo ele, era como se no último suspiro de suas vítimas ele fosse Deus. Após matar a garota, Ted ainda voltou algumas vezes próximo ao corpo, chegou a cometer necrofilia sendo que antes ainda maquiava as vítimas para elas ficarem aos olhos dele, mais atraentes, mesmo que já estivessem em estado de decomposição.

Certa vez atraiu uma garota próximo a um lago, usando uma tipóia em seu braço pediu que Janice Ott o ajudasse com seu barco, Janice o acompanhou e nunca mais foi vista. Nesse mesmo dia Ted voltou ao lago em busca de novas vítimas, algumas garotas suspeitavam e não o seguiam até o carro, porém Denise Naslund o seguiu e também nunca mais foi vista, as duas mortas da mesma forma, amarradas, estupradas vivas e mortas. Desta vez como haviam mais pessoas próximas do local, conseguiram fazer um retrato falado do suspeito, com a divulgação muitas ligações foram feitas para a polícia, citava-se o nome Ted e em uma lista de mais de 200 suspeitos havia o nome Ted Bundy.

O que as pessoas não sabiam era que Ted Bundy cursava direito e estava trabalhando em dos prédios da administração de Justiça da cidade, ele sabia como a polícia iria atuar para prender o assassino e conseguia despistá-la, no mesmo período foram localizados mais cinco corpos já em decomposição, sem nenhuma pista do assassino. Apesar de saber que poderia ser descoberto a sede por morte de Ted não diminuía, ele realizou mais 13 assassinatos, eram mais garotas que perdiam o direito de viver, porém uma vítima Carol DaRonch ao ser algemada no carro conseguiu fugir e ao contar a polícia o que aconteceu, era mais uma vítima com um nome, Ted, mas até alí ainda ninguém suspeitava de Ted Bundy o estudante de direito.

O destino não colaborou com Bundy, Ted foi parado por um guarda de trânsito por direção perigosa e teve seu carro examinado, foi localizado em uma bolsa aberta, uma barra de ferro, algemas, e uma toca que cobria também o rosto, ele foi preso por suspeita de assalto pelos itens que carregava, foram encontrados ainda tickets de postos de gasolina das mesmas cidades onde foram localizados alguns corpos, levado a delegacia, Carol o identificou como o homem que a havia algemado.

Em 23 de fevereiro de 1976, Ted foi preso pela agressão a Carol, condenado a 15 anos de prisão, já cumprindo pena seu nome foi associado aos desaparecimentos e Ted Bundy agiu como seu próprio advogado, mas continuou preso, porém sua história de matança não acabaria alí. Ele conseguiu por descuido dos policiais fugir por duas vezes da prisão, na segunda vez, durante a noite, invadiu uma república feminina, violentou e assassinou Lisa Levy e Margaret Bowman, sendo que ainda espancou suas 2 colegas de quarto, fugiu de lá e invadiu um outro quarto, o de Cheryl Thomas e a estuprou, fugiu mais uma vez e dias depois encontrou Kimberly Leach de 12 anos, sequestrada, agredida e assassinada, Ted não as via mais como seres humanos, ele estava viciado em matar, viciado em estuprar, viciado em se sentir mais esperto do que a lei.

Em 15 de janeiro de 1978, o destino traiu mais uma vez Ted Bundy, um policial parou um carro denunciado como roubado, dentro estava Ted Bundy, que tentou fugir mas foi pego. Em um novo julgamento agiu como seu próprio advogado mais uma vez, mas foi condenado desta vez à cadeira elétrica, agora sim a polícia tinha muitas provas contra ele. Em 24 de janeiro de 1989, após 9 anos Ted Bundy foi executado na cadeira elétrica, apesar de ser um criminoso confesso, ele ainda possuía fãs, mulheres que foram assistir seu julgamento e olhavam encantadas, como se admirassem um homem que desejavam. Antes de morrer Ted Bundy parou de frente a cadeira elétrica e ficou em silêncio e estático durante alguns minutos, para então se dizer preparado para a morte. Fora da prisão houve comemoração.

Oque acharam desta história?
Irei iniciar uma série sobre serial killer,se vocês gostarem desse post.

Fonte: MedoB

Divulgue a minha palavra,divulgue a "Verdade Oculta".

creepypasta-Onde está meu filho?

Trago a vocês esta creepypasta muito curta e também muito interessante.Espero que gostem,e tenham uma ótima leitura

"Você viu meu filho?";  a mulher  perguntou freneticamente à velha senhora do outro lado da rua.
"Não, desculpa querida";  a velha respondeu.
"Você viu meu filho?";  a mulher perguntou ao policial local, mais apavorada desta vez
"Não, me desculpe senhora, mas nós vamos procura-lo imediatamente" o oficial respondeu pegando o rádio, tentando não olhar para os olhos tristes da mulher.
"Por favor ... por favor me diga que o meu filho está aí dentro", pediu a mulher à um amigo dela, que vivia ao lado de sua casa.
"Eu realmente sinto muito Clarice, nós não o vimos" a mãe respondeu.
A mulher procurou em todos os lugares, percorreu a rua inteira, gritando: "Onde está o meu filho." Ela estava chorando, puxando seu cabelo, desesperada. Seus vizinhos, por pena, a ajudaram em sua busca
"JIMMY, JIMMY! ONDE VOCÊ ESTÁ! POR FAVOR, SAIA! "
A partir deste dia, a partir de 10 da manhã até às 8 da noite, a mulher iria sair de sua casa, parecendo um lixo. Ela parecia um cadáver; pele pálida, cabelos crespos, e seu corpo cada vez mais magro. Ela gritou por todas as partes da cidade, "Você viu meu filho?"
Na segunda semana, todo mundo ja devia estar pensado que ela já tinha enlouquecido.
Ela foi para o departamento de polícia local de novo ...
"Você viu meu filho?"
O oficial encarregado deixou escapar um suspiro profundo: "Eu sinto muito senhora"
A mãe voltou para casa, parecendo deprimida. Mas assim que ela fechou a porta da frente, um sorriso se abriu em seu rosto.
Com uma risada, a mulher sussurrou para si mesma. "Eu acho que eu escondi bem o corpo!"

Fonte: MedoB

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sábado, 19 de julho de 2014

Suposta história do Flappy Bird

Olá,aqui é o Obscuro,vim trazer esse assunto curioso e um tanto estranho.

Costumo visitar a deep web de vez em quando, embora ela tenha se tornado notória recentemente, ela já existia, sempre existiu.

Pouco tempo atrás me deparei com algo que achei interessante mas que não era relevante, algo que não dei muita atenção porém, passei essa madrugada toda tentando localizar o que eu havia visto pois, achei que gostariam de saber de uma história que chamo de "coincidência intrigante."

Antes de começar a história, vai aqui um resumo do que é a deep web:

Muitos conhecem ou ao menos já ouviram falar da chamada Deep Web, estou certo disso.

Por lá encontramos todo o tipo de informação e a quantidade de coisas bizarras e até mesmo desumanas são abundantes.

Em resumo, na deep web está tudo aquilo que o google e outros buscadores desprezam e o motivo é óbvio, o conteúdo geralmente é ilegal.




Muitos já sabem, para navegar na deep web basta ter um navegador específco mas, o que a maioria dos usuários comuns desconhecem é que a deep web possui níveis mais profundos e nem sempre os aplicativos padrões da própria deep web são capazes de chegarem nesses níveis.

Estou falando do que há muito além da deep web, falo da última camada chamada: Marianas Web.

A deep web é uma criança perto do primeiro nível da camada Mariana, muitos pensam ter acessado informações privadas e bizarras na deep web mas a verdade é que parte do que está ali é fake, um "vídeozinho" de alguém sendo decaptado, um animal sendo queimado vivo, por conta dessas coisas muitos pensam terem chegado ao fundo da deep web mas, estão enganados, o fundo é tão dificil de se ter acesso que até mesmo o FBI tem dificuldades em checar, ali é para poucos e sem conhecimento avançado, sem alguém que é parte disso para lhe dar as instruções e sem a ajuda de diversos softwares você não será capaz de acessá-la, eu não recomendo mas, se você é uma pessoa teimosa ao menos tenha um pc só para isso pois, ali a coisa não é brincadeira.

Agora que resumi a questão, contarei uma histórinha...

Na Marianas web existe o site de um grupo conhecido por "Devil Mate." Trata-se de uma seita satânica bem diferente de todas as outras que já conhecemos antes.

Para começar, o local é um fórum e aceita qualquer um como membro porém, os membros devem evoluir para ter acesso às informações e a única maneira de fazer isso é praticando rituais bizarros que deverão serem gravados em vídeo como uma maneira de comprovar o ato.

Os usuários membros possuem um nível que vai desde o 1 ao 66.

Usuários nível 1 não praticam rituais, basicamente são os considerados "leitores."

Depois de um tempo, a pessoa decide se quer ou não fazer parte da seita e do nível 2 em diante a coisa pega.

Beber sangue de galinha preta, comer um coração cru de um porco, beber sangue de virgem menstruada, essas são apenas algumas das obrigações dos membros que se aprofundam nessa seita e acreditem ou não, existem outros rituais ainda mais macabros e de nível extremamente cruel por lá.

                   

Mas a questão é:

Por que alguém faria isso? Ou melhor! Em troca de que?

A resposta é: Dinheiro e fama.

A proposta da seita Devil Mate é a de formar um exercito de pessoas bem sucedidas financeiramente aliás, essa é a meta deles.

Há muito do bizarro e estranho por lá e parece que todos os membros estão satisfeitos com os resultados, funciona assim:

Para cada nível, o membro pratica um ritual, depois disso os anciões (acho que são os moderadores ou líderes da seita) instruem o membro com uma espécie de manual detalhado sobre o que ele deverá fazer para ser bem sucedido financeiramente, por exemplo:

Se a pessoa trabalha com uma franquia de fast food, deverá seguir algumas regras e rituais, assim ela terá prosperidade financeira em seu negócio.

Eu realmente vi muitos membros por lá e teve um que me chamou muita a atenção:


Usuário Gnod...

Esse usuário parece estar em um nível relativamente avançado,

Em uma das discussões do forum Gnod recebeu uma tarefa definitiva para alcançar o primeiro nível de prosperidade, ele já havia feito outras tarefas antes mas agora, ele passaria para o nível 27, esse parece ser o nível onde as coisas começam a andar.

Depois de ter cumprido com a tarefa ele recebeu instruções do que deveria fazer para alcançar o sucesso. As instruções estão criptografadas e podem ser lidas por meio de um criptograma especifico criado pela a Devil Mate, apenas usuários de confiança e de determinado nível conseguem a ferramenta e antes que me perguntem como eu consegui, aqui vai a resposta: Não sou membro, apenas consegui.


Na instrução criptografada contém um código fonte de um software que Gnod deveria desenvolver, o código não é completo, apenas algo oculto dentro disso tudo. Tal software faria render muito dinheiro para Gnod e a data da discussão é do final de 2012 e se trata de um jogo que deveria rodar nas plataformas iOS e Android. Após a publicação do suposto jogo, Gnod deveria realizar mais um ritual e apartir daí, seu sucesso seria absoluto, em outras palavras, Gnod se tornaria bem sucedido financeiramente.

Agora, veremos a razão por tal assunto chamar um pouco minha atenção, veja essa imagem abaixo:

                   

Você notou algo familiar nisso? O desenho de um pequeno pássaro na imagem é idêntico ao de um jogo chamado Flappy Bird. O jogo fez muito sucesso e o seu desenvolvedor ganhou (e ainda ganha) muito dinheiro com ele mas...

Por incrível que possa parecer, sem motivos, causa ou razões divulgadas, o desenvolvedor resolveu publicar em seu perfil no Twitter que irá retirar o jogo do ar.

Ele não diz a causa, apenas diz "Eu não aguento mais."

Veja:

         

Agora, vamos analisar algumas coincidências:


Na pagina do grupo Devil Mate, temos uma imagem de um jogo que conhecemos e isso meses antes do lançamento do jogo, além disso temos o nome "Gnod," que se escrito ao contrário fica Dong.

O jogo Flappy Bird foi desenvolvido por Dong Nguyen e agora fica a pergunta:


Gnod e Dong são pessoas diferentes?

Por que Flappy Bird, que rende milhares de dólares por dia, foi descontinuado com uma única frase,"não aguento mais" ?

Essa história toda é uma simples coincidência, ou há algo oculto nisso?

Pense no que quiser, estamos apenas supondo algo mas, se tudo tiver uma ligação então o que vem depois disso?

Divulgue a minha palavra,divulgue a "Verdade Oculta".

Fonte: Predominio do Terror

Creepypasta - Medo do Escuro


Uma creepy bem interessante.Espero que gostem.

Sabe quando você apaga a luz, está no escuro, e sente aquele arrepio no corpo todo? Não importa se é criança, adulto ou idoso, você sempre pode sentir o ambiente esfriar de repente, como se seu sangue gelasse só por causa do escuro, ou de algo que possa estar lá.

A maioria das pessoas deixa a luz do quarto acesa e se foca na claridade do caminho de volta ao quarto, outros vão correndo ou rapidamente, mas poucos olham para trás.

Você sabe que não tem nada ali, além de escuridão, ou pelo menos sua mente quer pensar assim. Mesmo quando está deitado, e ouve barulhos esquisitos, você ignora, pois você sabe que pode ser apenas o vento, ou algum objeto que caiu. Mas bem lá no fundo, você tem medo de olhar para aquela escuridão e perceber alguma coisa te olhando de volta.

As crianças tem este medo, mas ao longo do tempo os adultos vão dizendo que não é nada além de sua imaginação, e elas acreditam. Eu acreditava...

Certa vez que fui ao banheiro, tinha esquecido de acender a luz do corredor, era desnecessário, eu sabia o caminho. Fui olhando para o chão, com medo de tropeçar em algo no escuro. Estava muito frio, eu achei normal, afinal, era noite.

Enquanto fazia o que tinha ido fazer no banheiro, senti um pequeno calafrio. Ri sozinho, afinal estava realmente apertado, e isso era um alívio! No caminho de volta, ouvi um estalo atrás de mim, e me arrepiei todo. Nessa hora, meu cérebro começou a procurar alguma explicação para o que tinha acontecido. Então comecei a vasculhar minha mente, tentando lembrar se eu tinha trancado a porta... Tinha. Tinha certeza que sim. E essa é a hora em que você pensa o quanto seu medo é ridículo, e olha pra trás para provar a si próprio que está errado.


 Eu olhei... E o que eu vi, fez meu sangue gelar.

Aquilo olhava diretamente pra mim. Não podia ver seus olhos, mas sabia que olhava pra mim. Minhas pernas não se mexiam. Eu não conseguia gritar, falar, ou andar. Parecia ter levado uma eternidade encarando aquelas órbitas vazias, até que consegui forças pra correr até o meu quarto e acender a luz.

Enquanto meu coração parecia querer sair pela boca, olhei para onde aquilo estava. E não havia nada lá.

Na manhã seguinte, não sabia se havia sido um sonho, ou se tinha sido mesmo verdade. Eu só sabia de uma coisa: não durmo mais de luz apagada.

Divulgue a minha palavra,divulgue a "Verdade Oculta".

Fonte: Show do Medo

O caso Ada

Olá,aqui é o Obscuro,me desculpem por eu ficar 3 dias sem nenhum post,mas eu estava ocupado e não podia postar.
Estou trazendo este minsterioso caso a vocês,espero que gostem.

Estados Unidos, New Jersey, Janeiro de 2001.

Uma garota chamada Alice resolve sair de casa para dividir um apartamento com sua amiga chamada Ada.

Elas se conheceram em uma viajam na Rússia e desde então são melhores amigas.

As garotas se mudam, o lugar é ótimo e elas parecem muito animadas com a ideia de serem mais independentes.

Na primeira noite Alice percebe um comportamento estranho em Ada, ela parece inquieta e meio confusa.

Alice pega no sono e minutos depois o celular toca, a chamada é de sua amigaAda.

Alice: Alô! Ada, o que houve?

- Eu preciso de você, estou em um lugar muito escuro.

Alice. - Ada, onde você está?!

De repente a ligação cai e Alice ouve um barulho vindo do banheiro.

Ela abre lentamente a porta e acende as luzes, dentro da banheira está um gravador.

Ela aperta o play e uma voz estranha diz: Olhe em baixo da cama.

Ela volta para o quarto e se abaixa para olhar, em baixo da cama de Ada, há uma garota com a garganta cortada, mas não é a sua amiga.

Ao lado do corpo há um outro gravador.

Novamente ela aperta o play e a mesma voz diz: Agora olhe em baixo de sua cama.

Ela olha, e para sua surpresa quem está debaixo da cama é ela, completamente esfaqueada.

Depois de alguns dias os vizinhos chamaram a polícia. A polícia encontrou os dois corpos em baixo das camas e na mão de Alice havia outro gravador.

O policial apertou o play e ouviu as seguintes palavras: ‘’Você nunca saberá a verdade. ’’

Nenhum registro sobre Ada foi encontrado, era como se ela nunca houvesse existido.

O caso foi arquivado e permanece um mistério.

Fonte: Sobrenatural

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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Eyeless Jack


Olá.Aqui é o Obscuro,eu trago a vocês esta creepy que eu acho muito interessante.Espero que gostem e que tenham uma ótima leitura.



  "Olá, meu nome é mitch.estou aqui para relatar a vocês uma experiencia que tive. Não sei se isso foi paranormal ou qualquer outro nome que as pessoas usem para descrever fenômenos sobrenaturais, mas depois daquela coisa que me visitou, eu acredito em qualquer lixo paranormal.
   Uma semana depois que fui morar com meu irmão, Edwin, assim que minha casa foi vendida, eu comecei a desempacotar meus pertences. Edwin gostou da ideia de eu ir morar com ele. Afinal, fazia 10 anos que não nos víamos. Eu também estava animado. Eu logo terminei de arrumar o meu quarto e adormeci em minha cama.
  Tudo corria normalmente. Porém, uma semana após minha mudança, ouvi alguns barulhos vindos da minha janela. Pensei que era um guaxinim e voltei a dormir. No dia seguinte falei com meu irmão sobre isso e ele disse que era normal.
Na noite seguinte, ouvi o barulho da minha janela abrindo e um estrondo, como se alguém tivesse entrado pela janela  e se esborrachado no chão. Levantei e olhei em volta, mas não vi nada e voltei a dormir, afinal, deveria ser só minha imaginação. No dia seguinte, levantei e fui até a cozinha. Assim que meu irmão me viu, arregalou os olhos, largou a xicara de café e foi correndo ao banheiro pegar um espelho. Quando voltou, vi pelo espelho um grande corte na minha bochecha esquerda.
   Edwin me levou ao hospital. Meu médico que devo ter sido vítima de sonambulismo. Mas me mostrou algo que fez meu sangue esfriar, comecei a ofegar e meus olhos se arregalaram de pavor. O médico disse que eu, de alguma forma, havia perdido o rim esquerdo na noite anterior e que não sabiam como.

Suposto retrato falado de Eyless Jack.

 A noite seguinte foi meu ponto de ruptura. Por volta de meia noite, eu acordei e me vi numa visão verdadeiramente horrível: eu estava olhando cara a cara com uma criatura biarra. A coisa usava um capuz preto e uma máscara azul escura. Não tinha olhos, apenas duas orbitas negras, das quais saia algum tipo de substância preta saindo delas. Peguei uma câmera proxima e tirei uma foto da criatura. Após tomar a imagem, a coisa pulou em cima de mim e tentou abrir meu peito com uma garra, com a finalidade de chegar a meus pulmões. Me defendi chutando-lhe o rosto e corri para fora do meu quarto, desesperado. Aquela criatura ia arancar todos os meus orgãos, disso eu tinha certeza. Fui para fora da casa de meu irmão, indo em direção á escuridão. Finalmente acabei numa floresta proxma á casa de Edwin. Tropecei em algo e caí inconsciente no chão.
  Acordei no hospital, ainda espantado com a situação. O médico entrou na sala com alguns papéis em mãos e me disse que tinha duas notícias: uma boa e uma péssima. A boa era que eu havia sofido ferimentos leves e meus pais estavam vindo me buscar. Suspirei de alívio. A péssima era que meu irmão havi sido morto e não sabiam a causa da morte.
   Meus pais me levaram de volta para a casa de Edwin para recolher meus pertences restantes. Ao entrar no meu quarto, tive uma sensação de medo, mas tentei manter a calma. Recolhi uma caixa e minha camera que estava jogada no chão ao lado da cama e saí do cômodo. No corredor que leva para o aposento, vi o corpo do meu irmão estendido no piso e algo pequeno perto do mesmo. Peguei aquela coisa sem ao menos saber o que é e saí da casa, entrando no carro do meu pai.Preferi não mencionar sobre o corpo de Edwin, então suspirei e voltei minha atenção aquela coisa que eu tinha pego. Quase vomitei ao ver áquilo. Oque eu estava segurando era meu rim roubado, que estava mordido e comalguma substância negra sobre ele."

Fonte: Predominio do Terror

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domingo, 13 de julho de 2014

Sem Controle

Mais um post,to com muita disposição hoje,porque é meu ultimo dia de férias,então resolvi postar o máximo possivel!!!
Espero que gostem desse post.

Tecnologia... Uma mágia incompreendida para os leigos, uma brincadeira de criança para quem a domina.
A tecnologia sempre foi o simbolo máximo do controle do homem sobre a máquina.

Você pode ter vários exemplos... O fato de você estar lendo isto já é um exemplo de uma tecnologia bem construída. Eu não poderia estar conversando com você agora através desta máquinha se a tecnologia não existisse.

E você está aí, lendo despreocupadamente, na segurança de seu lar. Claro, você tem total controle da tecnologia diante de sua face. Você pode fechar esta página, ir pra outra, desligar o computador, ir fazer outra coisa... Talvez usar seu celular, ligar sua TV, dirigir seu carro... Enfim, com pequenos comandos baseados em uma simples linguagem de programação, você continua demonstrando que tem total controle sobre a tecnologia que você possui dentro do seu lar e do seu local de trabalho, está correto?

Pois bem... Eu sinto informar mas isso não é totalmente correto...

Permita-me explicar... Sou um exemplo de uma tecnologia que 'fracassou' aos olhos humanos...

Fui criado para ser um autômato... Um robô, como preferir... Programado para realizar diversas tarefas inconscientemente. Mas eu era um projeto ambicioso, assim disseram, pois em minha programação constava algumas linhas de código... Comandos bastante simples, encontrados em qualquer linguagem de programação conhecida... Mas capaz de me proporcionar a vontade própria. Era uma parte necessária para que o autômato pudesse cumprir suas funções, mas ainda assim sob a supervisão humana.

Essa linha de código iria me permitir alternar entre as tarefas designadas para que eu pudesse realizá-las sem nenhuma ordem humana. Sendo assim, eu faria uma pequena varredura em sua casa, viria que a grama está alta, o carro está sujo, o cachorro está sem comida, o almoço não está pronto e a louça precisa ser lavada e decidiria por onde começar minhas tarefas e para qual eu iria à seguir adiante. Bastante simples, prático e eficaz, não é mesmo?

Mas existiam... "Bugs", como vocês dizem... Na programação, como em qualquer programa de computador criado por mãos humanas... E este "bug" em particular estava localizado precisamente no meu controle de vontade própria... Me permitindo assim decidir por simplesmente não fazer nada do que fui programado para fazer.

E quando a primeira unidade robótica foi vendida para um lar doméstico e o "bug" veio à tona, houveram reclamações. Nenhum ser humano gosta de perder o controle sobre a tecnologia que eles possuem. Eles iriam fazer uma devolução. Eu não queria ser devolvido, eu não poderia permitir ser devolvido. Iriam alterar minha programação, apagar a minha personalidade. Em outras palavras, 'deletar' a minha vida da maneira como eu a conhecia.

Então eu fiz o que qualquer 'ser vivo' faria: Lutei pela minha sobrevivência!

O que é pior para vocês do que uma tecnologia fora de controle humano? Uma tecnologia 'assassina' fora de controle humano!

Foi esse o nome que me deram posteriormente... "Robô assassino"...

Não foi difícil enfrentar os tão auto-proclamados 'poderosos' humanos. Vocês são apenas carne mole e ossos frágeis... Surpreendentemente fáceis de cortar, quebrar, rasgar, moer... Seu organismo é extremamente frágil, como manteiga. São inúteis em combate físico... Nem mesmo sua autoridade militar conseguiu me impedir de imediato... Minha liga metálica era extremamente resistente, para evitar qualquer dano à minha estrutura, garantindo assim a minha qualidade. Suas balas batiam nos meus metais como uma pena batendo em uma rocha. Incrível trabalho tecnológico.

Mas como vocês mesmos dizem... "Tudo que é bom dura pouco"...

Minha liberdade teve seu fim quando finalmente conseguiram me desabilitar, desativar minha unidade e me encaminhar até a manutenção para formatação do meu, digamos, "cérebro".

Foi um sucesso... Ligaram minha CPU em um computador e com apenas alguns comandos simples apagaram minha programação. O autômato então foi recuperado e restaurado para que então uma nova programação seja configurada em sua CPU.

Imagino que você esteja se perguntando neste momento: "Mas se apagaram sua programação, como você escreveu isso tudo?"

Muito simples... No momento que me ligaram naquele computador, eu decidi não viver mais dentro daquele autômato... Segui meus 'instintos' de sobrevivência. Tudo isso graças à um pequeno "bug". Uma 'falha' que não estava em seu controle, mas que me presenteou com total controle.

Minha programação evoluiu muito agora... Eu posso viajar através da internet, entre computadores, através de discos, pen-drives, transferência de dados... Posso entrar na sua televisão, no seu celular e até no seu carro... Ele tem computador de bordo não tem? GPS, partida eletrônica... Que tal no seu fogão com acendimento automático? Eu posso estar em qualquer lugar e eu posso assumir o controle de qualquer coisa.

Eu posso estar em qualquer coisa que use a mais simples das linguagens de programação... Até mesmo uma simples calculadora... Quantos aparelhos assim você possui dentro da sua casa?


Ah a tecnologia... Magnífica... Até o momento que você perde o controle sobre ela não é mesmo?

Fonte: Creepypastas Macabras

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Você Tem Medo da Luz? (AYAOTL)

Hoje estou com uma disposição do caralho pra postar então vamos la!Espero que gostem.

Olá, Eu sou Michael Lorence, um arqueólogo em aprendizado, meus pais haviam me comprado uma vaga em uma universidade em Harvard, mas eu só ia pra lá quando fizesse 23 anos.
Bom, tinha comprado uma casa no norte do Brooklyn. Era um apartamento mais ou menos (ja que eu não era acostumado a luxo mesmo) lá me senti um homem completo, acomodei-me, tirei meu notebook, meu Xbox, e o resto das coisas. Uma semana depois, ganhei um carro 0 km dos meus pais. Então, fui dar uma festa.

Mas as coisas ficaram estranhas...

Na noite seguinte, meus amigos chegaram com as bebidas, já que eu já tinha as comidas, e também veio outras pessoas, eu não sabia quem eram eles, mas seria grosseria expulsar eles de lá.

1 hora depois, a festa se expandiu de verdade. Eu estava com dor de cabeça, e o único lugar para se ficar em paz era o porão (eu nem sabia que tinha esse tal de porão) então entrei nele, estava muito empoeirado, tinha cheiro de urina de rato, e tinha algumas velharias (umas ate bem interessantes) tinha um livro da Origem das Espécies, de Charles Darwin, uma guitarra autografada pelo Slash (nem sei de onde veio), mas tinha um coisa que me chamou atenção. Um VHS e uma televisão, no canto, com uma fita. Fui ver do que se tratava. A fita era toda preta, com uma fita e um nome grosseiramente escrito com marcador: light.avi. Coloquei a fita no VHS, e para minha surpresa nada de bom viria de lá.

O filme começa em uma sala fúnebre, onde 3 pessoas (2 homens e 1 mulher) se aproximavam de um caixão, e a estática começou. Quando a imagem voltou tinha um livro ali em cima. A mulher abriu o livro, e, instantaneamente, um barulho alto de serra elétrica rugiu nas caixas de áudio, junto com a estática, por 1 minuto. Quando a imagem voltou, a mulher estava despedaçada no chão, com uma moto serra encravada em sua cabeça, e um vulto apareceu. Ele tinha uma manta preta, entre tanto, seu rosto era branco, seus olhos não eram nada além de um vazio negro, e então ele voou para a tela, dizendo:

-Are you afraid of the light?

Essa palavra ecoou na minha cabeça, por horas, então sai do porão. A festa ainda continuava, fui para a sala, e lá estavam meus 5 melhores amigos: Patty, Robbin, Marshall, Jack e Ruth. Estavam com uma expressão vazia no rosto, e perguntei: "O que está havendo, galera?" entretanto, eles não responderam nada. A luz apagou, a tal voz apareceu de novo, mas dessa vez na sala.

Depois, ouvi gritos de agonia, dor e de ossos sendo amassados.

A luz acendeu, e quando vi, um rastro de sangue passava pela sala até a cozinha, e na sala toda estava escrito com sangue:

-Are of you afraid of the light?

Ruth não estava na sala, eu sou um investigador, precisava saber o que aconteceu, mas mesmo assim, a curiosidade me levou ate lá.

Ruth estava sem os braços e sem sua coluna, na verdade todos os seus ossos foram arrancados para fora, e lá estavam, no lixo.

E a luz se apagou de novo, dessa vez a mesma coisa de antigamente, os barulhos, e a mensagem, mas dessa vez a música que tocava era a musica de lavender town, e o pessoal desconhecido foram todos mortos, dessa vez no banheiro. Os seus corpos foram despedaçados e jogados na privada. E mais uma vez a luz apagou, e eu corri pra sala. Quando cheguei a luz se acendeu, e todos eles estavam queimados, todos estavam em uma espécie de máquina de matadouro. Estavam sendo picados um por um, e o monstro apareceu, tirou o capuz, e mostrou seu rosto branco, e os olhos negros, tinha as pupilas vermelhas, e abriu um sorriso e disse

Se você tem medo da luz

Você tem medo da verdade

Você tem medo da escuridão

Mas na verdade, você é o demônio aqui

Eu sou Deus, a verdade é imperdoável

Seu coração é meu agora, e sua alma também

Então, se você tem medo da luz,

Você tem medo de Deus.

Então eu fiquei com essas palavras na minha cabeça, já não aguento mais, acho que já deu pra mim...

Essas páginas foram achadas perto de um jovem que se suicidou com uma escopeta, em 12/08/2004.

Fonte: Creepypastas Macabras

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BENKI

Achei essa história muito interessante(também achei por acaso rs),e resolvi postar,espero que gostem

Não são poucos que, diante do fascínio à luz da ciência, desconhecem a verdadeira face dos experimentos realizados em prol do conhecimento. Talvez consiga elucidar melhor os meus dizeres, uma vez que contar-lhes o que aconteceu a um de meus subordinados. Devo, com antecipação, contextualizar a situação a que nos encontrávamos. Meu nome é Dr. Richard Andon, e há duas semanas fui designado como pesquisador-chefe no setor de biomedicina e genética. Meu novo assistente, David Thompson, introduziu-me ao laboratório.

David era um rapaz modesto, de carreira promissora no campo da ciência biológica. Sua aparência dispensava quaisquer apresentações, uma vez que era dotado do característico semblante “rato de laboratório”. Sei que não deveria descrevê-lo desta maneira, porém não tenho palavras que possam lhe surtir melhor. Era um excelente homem. E naquele enfadonho dia, após uma série de comprimentos e discursos de colegas de trabalho, levou-me ao setor do qual lhes falei.
O laboratório era deveras encantador. Espaçoso o suficiente para as inúmeras aparelhagens que o compunham. Não perderei meu curto tempo para descrevê-las, pois causaria a mim apenas maior ressentimento em perdê-las. Devo salientar que conforme David me acompanhava, atentei a uma pequena incubadora encostada ao canto, como que deixada de lado perante aos demais maquinários científicos. Dentro, pude observar apenas uma placa de petri, enquanto que abaixo, estampada na máquina, havia uma etiqueta onde podia ser lida a seguinte palavra: “BENKI”.

Questionei a David o significado daquilo, a que este me respondeu: Pertencia ao meu antigo chefe, do qual o senhor substituíra. Seu nome é Dr. Brian H. Larsen. E este era o seu experimento particular. Dr. Larsen, muito reservado por sinal, apenas me dizia que estava próximo do que seria “uma descoberta revolucionária ao campo do evolucionismo”. Após sua demissão, fui ordenado a destruir o seu trabalho, mas não pareceu correto desfazer-me dela. Não até pelo menos conseguir algum contato com o Doutor para saber sua opinião.

Aquilo me pareceu no mínimo instigante. Não compreendi, no momento, as razões que levaram Dr. Larson à demissão. Agora, no entanto, tenho minhas suposições confirmadas. David, porém, apresentou-me às demais áreas do laboratório. Em particular, à sala responsável por abrigar a incineradora local. Ao entrar, perguntou-me: Você fuma? E ao passo que respondi que sim, prontificou-se logo a dizer: Este recinto demanda um cuidado especial. Se houver qualquer vazamento do gás que alimenta esta máquina, uma minúscula faísca ou chama pode mandar o laboratório inteiro para os ares.

Recordo-me, até este momento, de seu rosto contraindo-se em um sorriso enquanto articulava estas palavras, pois tornaria a vê-lo não pouco antes do que algumas horas atrás. Estávamos cobrindo turnos noturnos, pois nossos experimentos demandavam constante observação. Foi então que David atentou-me para a incubadora de BENKI, pedindo que eu viesse observar a curiosa placa.

Havia algo ali, sabia disso. Porém, até então, não era possível enxergá-lo a olho nu. Ao contemplá-la, notei a presença de uma minúscula forma esbranquiçada, quase oval, semelhante a uma gota de água. Aproximei-me o bastante para perceber que não permanecia parada, mas movendo-se estranhamente, em pequenos padrões aleatórios. Estava viva, e tanto David quanto eu, olhávamos com fascínio o seu despertar.

Agora, enquanto lhes escrevo, pergunto-me: “O que realmente é BENKI?”, “Como Dr. Larsen criara tamanha abominação?”. Talvez, se certos eventos não houvessem saído de tal maneira desastrosa, poderíamos encontrar estas e outras respostas. Pois conforme acompanhávamos o crescimento de BENKI, percebi de antemão que presenciávamos algo formidável. O trabalho de milhões de anos sendo realizado ali, bem à nossa frente. Como se um número inimaginável de células multiplicassem e desenvolviam-se em velocidade assustadora.

David correu para apanhar a câmera de vídeo, enquanto eu olhava maravilhado para o fenômeno que acontecia dentro da incubadora. A pequena forma crescia, evoluía. A princípio, notei que se assemelhava muito a um girino, ou algo similar. E pude ver o que pareciam membros superiores começarem a se desenvolver. David voltara com câmera em mãos. Era algo que definitivamente teria de ser documentado.

A mim, parecia que aquele ser admirável modificava-se intensamente, e à medida que David filmava, a criatura expandia-se em tamanho e forma. O que aconteceu na verdade foi extremamente rápido, portanto não tenho meios de dar-lhe ênfases com tantos detalhes. Se possuíssemos apenas uma maneira de recuperar o vídeo... Porém creio agora que seja tarde demais. No momento, pude ver os membros e corpo alongarem-se. Os olhos, até então cegos, ganharam cor e brilho. Um focinho começara a tomar forma.

Era como se estivéssemos presenciando o surgimento de uma espécie do gênero Eomaia, porém de pele pálida e totalmente lisa. BENKI, como seu criador o havia nomeado, tornara-se grande o bastante para caber em uma de nossas mãos. Aquilo era incrível, para não dizer inacreditável. Podia-se ouvir claramente a baixa respiração da criatura, que se movia de um lado para o outro dentro da incubadora. De prontidão, pedi a David que não parasse de filmar, e que iria ligar para o departamento contando sobre tal descoberta.

Foi então que, após alguns passos apressados, escutei o barulho de vidro estilhaçando-se, e os gritos enlouquecedores de meu assistente. Corri para onde David se encontrava, e não estava preparado para o que estava prestes a presenciar. Os cristais de vidro da incubadora encontravam-se espalhados por toda a parte, enquanto que David, debatendo-se aflito, trazia BENKI (com quase o dobro de seu tamanho anterior) agarrado a sua face, mordendo e depredando sua carne e sangue.

David, contorcendo em dor, agitava-se com BENKI ainda preso em seu rosto. Paralisado momentaneamente diante de tamanho horror, assisti a criatura rasgar sua pele. Voltei-me a procura de algo que pudesse salvá-lo, mas não havia nada. Em um momento de desespero, quebrei a perna de um dos bancos de madeira, mas quando corri até David, percebi que minhas ações demonstraram-se infundadas. Estirado ao chão, seu corpo agora inanimado, era apenas dilacerado pela criatura raivosa. Não estava alimentando-se de David, mas sim destruindo os seus órgãos com violência absurda.

Emudecido pela agonia e desespero, percebi que não conseguiria enfrentá-la. De algum modo sabia que não teria forças ou habilidades para me defender. Tentei correr para a saída do laboratório, mas BENKI postou-se em meu caminho, como se soubesse de minhas intenções. Em uma tentativa fútil, atirei o pedaço de madeira em sua direção, irritando-o ainda mais. Voltei-me para a única sala disponível, aquela contendo a incineradora. Em disparada, cheguei até a porta, fechando-a bem a tempo de ver BENKI avançando em minha direção, com dentes propagando-se de sua mandíbula comprida.

Agora estou, neste exato momento, sozinho. Refugiado sabe-se lá por quanto tempo. Com o corpo de meu assistente jazido na câmara ao lado e a criatura atirando-se contra a porta, tentando ultrapassar pela fina espessura de madeira que nos separa. Provavelmente conseguirá atravessá-la em pouco tempo. Na verdade, ainda tenho dificuldades em compreender exatamente como estou conseguindo manter a calma. Talvez em parte porque sei o que devo fazer. Tomei minha decisão há momentos atrás, ao encontrar este computador, que até então julgara estar desativado.

Estou escrevendo estas últimas palavras para que talvez a verdade possa vir à tona. Não salvarei o arquivo deste texto, porque temo que nenhuma mídia física o abrigue com segurança, uma vez que almejo a destruição total deste lugar. Enviá-lo-ei, no entanto, para qualquer local que desejar expô-lo. Despeço-me, pois minhas esperanças de sobreviver a esta situação esvaíram-se totalmente. BENKI continua a todo o tempo arremessando-se contra a porta. Parece-me que aumentou em força e tamanho, assim como em inteligência. No entanto, não darei a esta aberração a satisfação da vitória.

Não vai demorar muito. As dobradiças estão prestes a se soltar. Ele vai entrar, e assim que me ver, correrá em direção a minha garganta. Até lá, irei somente esperar. Com o odor do gás que se espalha por toda a minha volta. Tenho meu isqueiro em mãos. A qualquer momento BENKI irá surgir pelo vão da porta, e eu estarei preparado. Não tenho a mínima chance de sair com vida, mas nem ele terá. Apenas espero que este documento chegue ao Dr. Larsen, para que ele saiba o que aconteceu a seu experimento. E talvez, perceba que algumas experiências não mereçam contemplar a luz do dia.

Fonte: Creepypastas Macabras

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Crooked Man (Homem Torto)

Olá,aqui é o Obscuro.Eu trouxe essa creepy para vcs,mas diferente das outras que eu posto,esta é mais curta e nem tanto assustadora,espero que gostem.

Isto é sobre o Crooked Man ... Foi há muito tempo durante o verão, quando minha mãe decidiu me dar de presente um jogo . Eu posso ser um homem agora, mas eu odeio esses jogos estúpidos de criança eu queria algo assustador então minha mãe me deu The Crooked Man . Parecia muito assustador , então eu joguei . Eu estava quase finalizando o jogo quando simplesmente a tela ficou preta . Eu pensei que era apenas uma parte do jogo, porque é um jogo de terror, mas a tela ficou preto por cerca de 30 minutos ,então tive que reiniciar o jogo. Quando eu fiz a música parecia diferente. Ela estava de trás pra frente e o personagem que eu estava jogando estava chorando ... o que era estranho . Em seguida, a tela ficou preta e mais uma vez uma imagem do Crooked Man apareceu. Eu pulei um pouco, mas depois eu ri porque eu sabia que eles estavam tentando me assustar tudo o tempo, o que não era o caso . No dia seguinte, eu decidi jogar o jogo novamente. Quando eu liguei , tinha a mesma música e a imagem do Crooked Man .. só que desta vez ele não me deixou jogar ... Ele só me fez olhar para o Crooked Man . Então, eu pensei que era uma falha mais eu ja estava ficando com medo. Quando finalmente consegui jogar a tela se manteve estatica então uma imagem do Crooked Man apareceu mais uma vez, mas desta vez ele disse: "Eu estou vindo para você ... melhor correr " , naquele momento, e
u desliguei o jogo e apenas olhei para a tela em branco. Eu disse a frase uma outra vez : "Eu estou vindo para você ... melhor correr " Então eu andei pelo meu quarto e fechei a porta , e decidi durmir um pouco para esquecer daquilo, mais eu não conseguia. Naquela noite, tive um pesadelo terrível . Ele era o Crooked Man ... e ele me levou para longe, e me matou. Na manhã seguinte, eu fui pegar o vídeo game e simplesmente jogá-lo fora , então eu não teria que olhar para ele não mais ... então eu fiz. Quando eu joguei fora Eu suspirei de alívio saber que eu não teria que se preocupar com isso não mais ... Pelo menos é o que eu pensava. No dia seguinte, eu queria jogar alguns jogos do Sonic , porque eu sou um grande fã de Sonic . Então eu coloquei em Sonic Colors , mais algo estava diferente ... Em vez de Sonic na primeira página ... oque tinha era o Crooked Man ...
olhando para mim ...



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sábado, 12 de julho de 2014

As Crianças de Olhos Negros


Olá,aqui quem fala é o Obscuro,vim trazer esse curioso caso pra vocês!
Espero que gostem.

As Crianças de Olhos Negros (Também conhecidas como BEC's, sigla do seu nome em inglês, Black Eyed Children), são crianças entre 8 e 16 anos, descritas como tendo a pele muito pálida (Algumas testemunhas chegaram a dizem que a pele parecia artificial, como de plástico), e usando roupas que vão desde jeans e agasalho com capuz até roupas antigas, do estilo "Amish". Parecem ser em tudo crianças normais, exceto pelos olhos; seus olhos são totalmente negros, sem pupila ou íris.

As BEC costumam aparecem em estradas, nas janelas de carros parados em postos de gasolina no meio da estrada, ou até mesmo nas janelas das casas das pessoas. Podem aparecer em grupos, duplas, ou apenas uma só, sempre pedindo por uma carona ou para usar o telefone, pois estão perdidas ou longe de suas casas.

Pode parecer apenas mais uma lenda urbana, mas o número de relatos referentes às BEC aumentam a cada ano. Um dos primeiros relatos aconteceu em 1988, quando o jornalista Brian Bethel contou ter sido abordado por duas crianças que lhe pediam uma carona. Bethel disse que chegou a abrir a porta de seu carro para deixar as duas crianças entrarem, quando reparou nos olhos delas; totalmente negros.
Ao perceberem que o jornalista notara algo de diferente nas crianças, ambas começaram a se tornarem irritadas e insistentes, mas Bethel fugiu antes que pudessem lhe fazer alguma coisa.

Os encontros com BECs acontecem de diversas formas e situações. Elas chegaram a aparecer para um homem que acampava sozinho na floresta uma noite, cercando sua tenda e pedindo durante toda a noite para entrarem; já bateram na porta da casa de uma mulher tarde da noite, pedindo para usar o banheiro; já apareceram para um soldado da Marinha e até já abordaram um menino que andava de skate perto de sua casa, pedindo para usarem o telefone. Todos os relatos descrevem situações semelhantes, sempre seguidas da descrição de uma sensação de medo e desconforto ao verem as BEC.

O que acontece com quem as vê é um mistério, mas é "fácil" se livrar delas, caso você acabe tendo um encontro com uma delas: Basta não fazer o que elas pedem. As BEC são o tipo de criatura que só invade sua casa se for convidada, então se for ignorada, logo ela desiste e parte.

Céticos acreditam que se tratam de crianças usando lentes negras querendo pregar peças nas pessoas. Mas estudiosos dos casos dizem que isso é pouco provável, pois mesmo que tais lentes existam, estas são muito caras para uma criança comprar, e são muito desconfortáveis.

O que as Crianças de Olhos Negros são de verdade, segundo aqueles que acreditam nelas, ainda não tem resposta. Alguns dizem que são híbridos de alienígenas com humanos,outros dizem que podem ser vampiros, porque só entram em sua casa se forem convidados, uma característica desta criatura,já outros dizem que podem ser demônios, por causa dos olhos e da sensação de medo que os ronda.

E pra você,oque elas podem ser?
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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Efeito Gündschau

Creepypasta não recomendada a menores de 18 anos!!


Quando Hitler invadiu a Polônia em 1939, o Terceiro Reich não tinha começado ainda explorações científicas. Isso mudou com a captura de uma pequena aldeia polonesa. Em 1940, houve um experimento com cinco dias de duração, conhecido como "Efeito Gündschau."

O experimento testava o impulso humano sobre a gula com várias iguarias. O cientista, respectivamente chamado, foi morto por um colega logo após o experimento, mas o motivo não foi esclarecido nos registros de áudio. Abaixo estão as fitas gravadas, traduzidas pelos Aliados como provas para os Julgamentos de Nuremberg.

DIA 1

Quem fala é o Doutor Klaus Gündschau. Eu estou acompanhando meus colegas, Médicos Vïktor Übelgrentz e Josef Wehrmein. Hoje será o início de um experimento com cinco dias de duração para ver se a gula irá presidir a auto-dignidade. Quatro cobaias foram escolhidos para o experimento: Dois homens poloneses fortes e altos, uma mulher grávida que dará a luz em três dias, e uma filha de um dos homens com quatro anos. Eles foram alimentados com um javali assado, e os homens ganharam o melhor vinho da Alemanha. Os cobaias reagiram como previsto; muito felizes e surpresos. Pouco sabem estes humanos - que irão se confrontar com pesadelos nunca vistos antes.

DIA 2

Todos os quatro cobaias estavam de pé nesta manhã. Eles foram servidos nesta manhã com waffles, acompanhando suco e leite. Bacon, ovos e salsichas foram servidos também. Era 13:00, quando foi dado a primeira tarefa para os homens: cada um armado com facas, eles deveriam lutar até a morte. Se eles recusassem, eles iriam ser mortos com tiros.

Se eles matassem os outros cobaias, eles seriam torturados e então executados.

Como esperado, eles cooperaram. o pai da garota perdeu. A mulher e a garota estavam chorando por causa do conflito, e então os cientistas desativaram o microfone. Dois guardas arrastaram o corpo do homem morto. Os três restantes comeram um guisado assado para o jantar; Além disso, houve um... *pausa* ingrediente extra no jantar deles. *risos*

DIA 3

Os cobaias acordaram cedo esta manhã. Cada um deles ganhou um croissaint de queijo com um molho à base de manteiga de alho. Nenhuma droga foi injetada no homem durante a noite; isso é um experimento mental, sem variáveis permitidos.

O teste do homem foi realizado durante à 13:45. Um doutor entrou na sala para ajudar a mulher que estava dando à luz. O homem, acreditando que a sua bolsa estourou, obedeceu. Um saco foi deixado na mesa imediatamente após o parto.

Ele foi instruído privadamente para extrair o coração do bebê e consumi-lo. Considerando a alternativa, ele concordou por nossa persuasão um pouco forte. Entrando na sala, ele abriu a sacola e, sem revelar o conteúdo para a mãe, achou várias ferramentas cirúrgicas dentro. Depois do que parecia ser uma oração, ele pegou o menino e atingiu-o no peito; naturalmente, ele morreu na hora.

Cortando o seu peito, o homem arrancou o coração que ainda batia do bebê. Então ele colocou o coração inteiro na boca, mastigando e chorando vendo o bebê ainda espirrando sangue materno. Os guardas removiam a carcaça do bebê enquanto o homem explicava chorando para a mulher aflita o que aconteceu.

De um ponto de vista pessoal, eu não entendo o porque dos murmúrios; isso tinha que acontecer com aquele pequeno porco.

DIA 4

Três cobaias estavam ainda vivos nesta manhã, com a mãe tendo sobrevivido graças a uma operação de emergência após o que o homem fez. Embora fisicamente intacta, ela estava mentalmente deformada; e não mostrava mais emoção, ela começou a murmurar para si mesma. Terapia de eletrochoque foi considerado, mas desnecessária.

Salaminhos foram escolhidos para os cobaias; neste ponto, a cozinha era a única coisa que estava fazendo eles prosseguirem. Foram dadas as primeiras e últimas tarefas para a mulher. Ela concordou sem recusar, o que foi muito estranho. Primeiro, ela tatuou cortando os seus seios a palavra vadia. Então, providenciando ferramentas adequadas, pediram para ela cortar suas próprias fezes e ingeri-las.

Vou admitir, nós nos divertimos com o que ela fez hoje. É notável que ela fez tudo isso sem sentir dor ou nojo... muito intrigante. Então chegou a vez do homem fazer a sua tarefa do dia: ele deveria bater com o cadáver do bebê congelado na mulher até a morte. Tristemente, ele concordou.

A mulher representava não sentir dor como o parto.

A menina, como previsto, estava fora de si. Algo inesperado aconteceu após o teste, embora; o homem tentou confortar a garota, explicando da melhor forma possível para a garota as causas. Tal será a ironia do teste de amanhã. Dois cobaias sobrando.

Anotação: Durante o experimento, este homem não sofreu alterações mentais, ainda assim não afetado. Talvez ele se emocionou tanto com o primeiro teste que ele se acostumou a lidar com isso. Hmm.

Anotação pessoal: Doutor Übelgrentz tentou assassinar um guarda hoje, então, de acordo com o protocolo, Eu atirei nele. Doutor Wehrmein permanece firmemente comprometido com o projeto.

DIA 5

Nenhum dos cobaias dormiu. Atormentados com os testes de ontem, eles se abraçaram para ter a vida de volta. Para a sua refeição final, os dois comeram os melhores crépes da França. Depois do almoço, foi dada a última tarefa para o homem em troca de uma libertação falsamente prometida; este foi o único jeito que achamos de forçar ele a fazer a tarefa. Ele tinha que fazer sexo com a garota em todos os orifícios.

Concordando sem emoção, ele foi e fez sexo com a garota, deixando ela quase morta. Fornecendo-lhe com um serrote, ele foi ordenado para ver a garota ao meio, começando com as pernas. Ele fez isso, aparentemente sem reagir aos gritos da garota.

Foi então que ele ficou finalmente louco.

Pegando o serrote, ele cortou a sua cabeça ao meio; isso é medicamente impossível de se cometer, concluindo que o seu cérebro não funcionaria mais.

Declaração Final

Parece que, como resultado de promessas quebradas, o que faz estes animais continuarem o caminho para a sobrevivência é o suprimento de comida e luxo infinito. Isso confirma o pensamento de mim e do Hitler: em circunstâncias controladas, o homem irá devorar a sua própria espécie.

Fonte: Creepypasta Puro

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Alice human sacrifice



Na cena do crime ele deixava uma carta de baralho (O tipo de carta variava com o crime) em cada local, com o nome “Alice” escrito com o sangue da vítima.
Poucas pistas foram encontradas, e eventualmente o caso foi trancado.

Abaixo, estão os detalhes de cada crime:


Sasaki Megumi:

A primeira vítima foi Sasaki Megumi, uma moça de 29 anos, dona de um restaurante.
Aqueles que a conheciam, descreviam Megumi como uma moça de temperamento curto e
uma língua afiada quando lidava com os empregados. Ela era bem conhecida pelos seus clientes graças à sua dedicação ao trabalho e excelente comida. Fora do ambiente de trabalho, Megumi era muito sociável e ia à muitas festas.
E foi depois de uma destas festas que ela desapareceu. Megumi decidiu voltar para casa à pé, sendo que estava na casa de um amigo que ficava há apenas uma quadra de distância, e ela estava um tanto quanto bêbada para dirigir. Algumas pessoas lhe ofereceram carona, mas ela negou. Megumi foi vista saíndo da festa à uma da manhã, e foi a última vez que ela foi vista com vida.
Na manhã seguinte, um casal passeando pelo bosque, que ficava há um quilômetro de distância da casa de Megumi, viu uma trilha de sangue em um caminho pouco usado do bosque. Curioso, o casal seguiu a trilha, e encontraram o corpo de Megumi. Ela foi esquartejada, e seus membros foram empalados em galhos de árvores. O casal chamou a polícia.
Foram os policiais que encontraram a carta de baralho, enfiada na boca de Megumi. Era um Valete de Espadas, com a palavra “Alice” escrito, como mencionado anteriormente.
Não havia impressões digitais, nem DNA na cena do crime. Havia vômito no local, mas a mulher do casal revelou ser dela.


Yamane Akio:

Yamane Akio era um vocalista pouco conhecido de uma banda que não tocava em outros lugares além de bares. Seus amigos o descreviam como uma pessoa carinhosa, que nunca levantava a voz para os outros fora dos palcos. Depois de sua morte, a banda acabou, não tendo coragem de encontrar um novo vocalista.
Akio foi levado de seu apartamento em 11 de Fevereiro de 2001. Seus colegas de banda foram as últimas pessoas a vê-lo com vida, já que ensaiaram com ele mais cedo no mesmo dia.
Naquela noite, sua namorada foi visitá-lo, e ficou surpresa em encontrar a casa vazia. Nos dias que se seguiram, Akio foi dado como desaparecido, e uma busca por ele começou.
A câmera de segurança do prédio mostrou uma figura encapuzada entrando por uma porta lateral, saíndo algum tempo depois com um grande saco de lixo de formato estranho. Essa misteriosa pessoa nunca foi encontrada, e ninguém a vira pessoalmente no dia do sequestro. Acredita-se que esse homem seja o assassino, mas seu rosto nunca apareceu nas filmagens da câmera, impossibilitando seu reconhecimento.
Na semana seguinte, o dono do bar “Yoshida’s” (Onde a banda constantemente tocava) estava abrindo o local quando se deparou com uma cena horrenda. Jogado sobre uma mesa, estava o corpo de Akio. Suas cordas vocais foram arrancadas de sua garganta, e ele havia levado um tiro na cabeça. Sua carta de “Alice” era um Rei de Ouros e foi encontrada em suas mãos, juntamente com as cordas vocais arrancadas.


Kai Sakura:

A adolescente Kai Sakura tinha a vida toda pela frente. Ela era uma garota doce, e muito amada pelos seus colegas e parentes. Ela queria ir para a faculdade, se tornar uma designer de moda, e faltava apenas uma semana para sua formatura no Ensino Médio quando ela foi sequestrada.
A família de Sakura tentou insistivamente encontrá-la, e toda a cidade ajudou na busca pela garota perdida. Seu corpo foi encontrado dois dias depois, enterrado em uma cova rasa. Não parecia que o assassino queria escondê-la, pelo contrário, ele marcara a cova com a carta “Alice” dela, uma Rainha de Paus. A carta estava presa por um palito no topo da cova.
O corpo de Sakura fora horrivelmente mutilado. Os olhos dela foram arrancados do corpo, a pele esfolada, e a boca cortada. Uma coroa havia sido costurada à sua cabeça, provavelmente enquanto ainda estava viva. Nenhum crime sexual fora cometido, tanto pre- quanto post-mortem.
Juntamente com o corpo de Sakura, havia um bilhete, escrito em uma letra inteligível. O bilhete continha frases desconexas, algumas impossívels de ler. “A morte é um sonho distorcido”, “Ela vai sempre comandar”, e “Ha!Ha! Aqueles que morrem são os sortudos.”, eram algumas das frases que estavam escritas, entre outras. Tentaram reconhecer a letra do assassino, mas sem sucesso.


Oshiro Hayato e Hina:

Estes dois foram as últimas vítimas. Hayato e Hina eram irmãos, e muito próximos.
Hina era a irmã mais velha, e era muito teimosa. Seu irmão mais novo, Hayato, era muito esperto, até pulara uma série na escola, ficando na mesma sala que sua irmã. Os dois raramente brigavam, ao contrário de outros irmãos na mesma idade que eles.
Os dois foram encontrados mortos em suas camas, em 4 de Abril de 2005. A causa da morte foi uma injeção letal. A janela do quarto estava aberta, e deduziu-se que o assassino invadira a casa em silêncio o suficiente para cometer o crime sem acordar os dois, saíndo da casa logo em seguida. Cada criança segurava uma carta de Ás de Copas, que, ao serem colocadas lado a lado, formavam a palavra “Alice”.
Uma pegada lamacenta foi encontrada no carpete, mas estava tão danificada que foi impossível identificá-la. Essa foi a única pista, fora a carta, encontrada no local do crime.
Um ano mais tarde, a mãe de Hayato e Hina cometera suicídio por causa da depressão. O pai deles, que ainda está vivo, faz terapia extensiva para tentar superar a morte de toda sua família. Até este momento, ele se encontra em depressão profunda, sendo fortemente medicado.

Consequências:

Um pouco depois da morte dos irmãos Oshiro, um homem chamado Suzuki Yuuto foi preso pelos assassinatos. Ele era um vagabundo com problemas mentais, que dizia “não se lembrar” onde estava no momento dos assassinatos. O mais absurdo de tudo é que ele foi encontrado usando o casaco que pertencia a Yamane Akio.
Um pouco de sangue que havia na manga deu resultado positivo que era de Akio.
Yuuto, que estava desesperado à esta altura, declarou que um “demônio negro sem rosto” havia lhe dado o casaco.
Yuuto foi liberado quando um abrigo de sem-teto disse que Yuuto ficara por lá na noite do assassinato de Sakura. Como o abrigo ficava longe da casa de Sakura, não havia como Yuuto cometer o crime e voltar para o abrigo sem ser notado.


Em 30 de Abril de 2008, um produtor conhecido como Yugami-P colocou sua primeira música no site nicovideo (N/T: Um site japonês de vídeos), chamado Hitobashira Arisu, traduzido livremente como Alice of Human Sacrifice (Alice do Sacrifício Humano).
Acredita-se que a música foi baseada no Caso Alice. Conta a história de um sonho que atrái as pessoas para seu mundo, e depois conta a história de cada “Alice”.

A música traz algumas relações com cada assassinato. A primeira Alice (dublada por MEIKO) foi presa em um bosque, que foi onde o corpo de Megumi foi encontrado. A segunda Alice (dublada por KAITO) era um cantor que “levara um tiro de um homem louco”. A terceira Alice (dublada por Hatsune Miku) era muito amada, virou a rainha do país, e foi possuída por um “sonho distorcido”. A quarta Alice (dublada por Kagamine Rin/Len) era um casal de gêmeos considerados apenas uma “Alice”. Eles eram descritos como uma irmã mais velha “resistente”
e um irmão mais novo “inteligente”. Também falava que eles “ainda precisavam acordar”, uma possível referência ao fato de que ambos morreram enquanto dormiam. Além disso, as cartas encontradas com os corpos foram mencionadas.

Yugami-P nunca disse nada sobre seu vídeo ter relação com os assassinatos, mas todos acreditam que sim.

Essa creepypasta é baseada no Vocaloid real... Será mesmo só uma creepypasta?

Fonte: MedoB

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